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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Interregno

Quebro este interregno por causa da Nikita. Porque fez dois aninhos, porque fala como os papagaios e os periquitos todos juntos, porque dá abraços que sabem a pipocas e algodão doce, porque apagou as velas cinco vezes e de todas cantou os parabéns e bateu palmas enquanto saltava de alegria na cadeira.

Porque tu, Nikita, e mais alguns pimpolhos, fazem-me sempre ver a vida como promessa. Ainda.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

A princesa ervilhinha


Passear com a Nikita continua a ser uma redescoberta constante. Tento seguir-lhe o ritmo. Ela corre pelos caminhos, depois pára, senta-se na terra, nas ervas, nos muros, apanha pedras, formigas, flores e folhas, aponta árvores, pássaros e ovelhas, enquanto ri de satisfação e fala aquele ronronar dos anjos que me comove até ao mais fundinho do coração.

Ver o mundo pelos olhos de uma menina com um ano e alguns meses, alegrar-me porque ela se alegra, apertar-se-me o coração quando sinto alguma sombra mais perto dela... é estar tão perto da vida na sua forma mais simples, mais original, mais bela.

domingo, 1 de junho de 2008

Nikita

Só depois de tomar café, quando a D. Fernanda trouxe chupa-chupas para os meninos, me lembrei que era o Dia da Criança. Para quem acordou às sete da manhã a pensar que era segunda-feira, ser domingo já era bom o suficiente. O dia foi melhorando significativamente!


Mas foi o teu riso, leve como os pardalitos que me pousam no pátio, Nikita, que me encheu o dia. Fazes a minha vida mais feliz. Será que algum dia vais saber disso?


quarta-feira, 2 de abril de 2008

Dias de sol e de memória


Faz três anos que faleceu João Paulo II. Dia de memória.

A Nikita faz um ano de vida. Dia de sol.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Olá, Nikita


Que saudades do teu sorriso, princesinha, quando bates as palmas e danças!


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Eu sou a princesa do reino da tia Ci



quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Nikita, meu amor.


Gosto de ti, Nikita.

sábado, 20 de outubro de 2007

Borboleta

Pousas na almofada como uma borboleta. Respiras de mansinho. Tremem-te as pálpebras, riscadas de pequenas veias. Apertas as mãos, protegendo o sono.

E eu demoro-me por aqui, ao teu lado, à procura de uma eternidade feita de tempo e de espaço, apenas por hoje, apenas por agora. Já tenho gravada esta memória, o meu dia está feito. Sempre que voltares serás princesa do meu reino.