quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A minha vida tem


Zonas de sombra cada vez menores.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Será que levantar mais cedo ajudaria?


Todos os dias quero começar de novo. Até chega a ser constrangedora a conversa comigo mesma mal acordo. E todos os dias têm sido diferentes... mas nenhum perfeito.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Migro ou hiberno?

Ajudem uma pobre alma atormentada... e atolada na neve. Onde já se viu isto???

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Legítimo

Lembrei-me de um desejo repentino para 2009: conseguir ler um segundo livro do Lobo Antunes, sem ser as Crónicas.

Pedir fotografia à Moriana borboleta...


Há dias que nos caem no estômago como absinto. Chegamos à noite sem saber se dói ou se agrada, se rimos ou se choramos. Acordamos no dia seguinte ainda perplexos, mal refeitos para outra jornada.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Querido Zafón e a epígrafe que eu precisava

Leio isto com o sorriso de chacal de Andreas Corelli... com um sorriso leve de quem encontrou ouro.

- As fábulas são possivelmente um dos mais interessantes mecanismos literários que se inventaram, Martín. Sabe o que nos mostram?

- Ensinamentos morais?

- Não. Mostram-nos que os seres humanos aprendem e absorvem ideias e conceitos através de narrações, de histórias, e não de lições magistrais ou de discursos teóricos. É isso mesmo que qualquer dos grandes textos religiosos nos mostra. Todos eles são narrativas com personagens que têm de enfrentar a vida e ultrapassar obstáculos, figuras que embarcam numa viagem de enriquecimento espiritual através de peripécias e revelações. Todos os livros sagrados são, antes de mais, grandes histórias cujas intrigas abordam os aspectos básicos da natureza humana e os situam num contexto moral e num enquadramento de determinados dogmas sobrenaturais. (...)

O Jogo do Anjo, 250.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Ursa polar não tarda nada

Está a nevar

furiosamente...

Sentidos extremos

A compaixão. Sentir compaixão. É avassalador.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Little bird



Achamos que as pessoas duram para sempre e que o abraço pode ser dado mais logo, amanhã, ou talvez depois.
Errado.

I'll miss you, uncle Gilbert.
And what about the little bird?

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Natal


Este foi um Natal feliz.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Febre



Quando estou com trinta e oito graus e meio de febre fico num estado lastimoso. Todo o meu corpo treme, as pernas enfraquecem, a pele parece estalar e abrir feridas a qualquer momento, sinto-me miserável, gemo de desespero e quero mesmo morrer.

Quando chego aos trinta e nove ou passo disso, já não sofro tanto. Deliro e fico quase inconsciente.

Ainda bem que no passo anterior tive ainda lucidez de tomar banho, meter-me no carro e enfiar-me nas urgências do centro de Saúde. Esperei hora e meia para ser atendida, porque a senhora doutora precisou mesmo de ir tomar um café, e eu era a única doente e nem era urgente... pontos de vista e eu nem perguntei nada. Aliás, já à espera no consultório, estive entretida a corrigir os comunicados internos do director do centro de Saúde. Vinganças pequeninas de um corpo atormentado por uma amigdalite aguda.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Não tenho escrito.

Tenho estado terrivelmente ocupada.
Estas semanas antes do Natal comovem-me sempre, e estrafego-me entre a alegria e a melancolia.

Sempre que penso escrever só me vêm à cabeça as notícias de política e economia que vou ouvindo. Será que o conceito de competência e rigor passou de moda? É só para quem paga impostos de forma competente e rigorosa?

Não era nada nisto que eu queria escrever, mas só me apetece dizer asneiras.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Joaninha

A Joaninha já tem quatro dias e é uma bébé patusca e bem disposta. De bem com a vida.
Também eu estaria... quentinha, colinho, soninho, leitinho (bem... essa parte, não, prefiro alguma coisa mais substancial...)

domingo, 30 de novembro de 2008

Onde vivo eu???




Deixei de conhecer os lugares por onde passo. A luz ganhou uma cor que eu não conheço, difusa e brilhante, gelada.

Não me lembro de ter visto, nem nos fins de novembro nem em mais dia nenhum, tanta neve.

Obrigada pela fotografia, J.

sábado, 29 de novembro de 2008

Tanto

A Joaninha nasceu, há poucos minutos. E o meu dia, que já estava tão bom, explodiu com tanto amor.