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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Rush, o som do coração



Ontem a Niniane fez pipocas, eu e a Berenice comemos tudo a ver August Rush. Foi um belo filme de verão, com boa banda sonora, que me enterneceu. Depois de ter passado a tarde a tentar acabar um trabalho, sem vontade nenhuma, nem inspiração, soube bem relaxar, sem grandes complicações de enredo nem torturas de interpretação.

Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=44nN72E5JDg

Fica a sugestão para uma tarde de domingo, no inverno, com um chá e biscoitos.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Monsieur Hulot





Os meninos gostam de Jacques Tati: Jour de Fête (1949), Mon Oncle (1958) e, este domingo, antes do jogo da taça, Les vacances de Monsieur Hulot (1953). Reconhecem rapidamente o protagonista, Monsieur Hulot, com os seus enormes pés de fora, de desencontrada andadura.

sábado, 17 de maio de 2008

Blood Simple




Há filmes surpreendentes.

Há filmes que me deixam absolutamente desesperada, com vontade de entrar cena adentro e dizer ao protagonista que está a fazer tudo errado.

Blood Simple (EUA, 1985), realizado por Joel e Ethan Coen, faz-me ligar imensas pontas soltas.
Em primeiro lugar pensei logo no João e em tudo o que temos falado sobre o filme neo-noir. Sou boa ouvinte. Depois, o meu cérebro deu voltas à procura de Frances MacDormand e com alguma rapidez chegou a Fargo e a Marge Gunderson. Os Coen deixam marcas.
Depois parei em John Getz, bela figura de homem, e só hoje percebi porque não o reconhecia... caramba, já passaram mais de 20 anos. É curioso que a passagem do tempo não seja tão visível em MacDormand. Ou até é.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Blade Runner

Não está no meu perfil, mas gosto de Ridley Scott, da saga Alien, e sobretudo de Blade Runner, que nunca vi no cinema.
E não sei quando poderei ver, porque o final cut só está disponível numa sala de Lisboa. Estou disposta a bater em quem me disser que já viu.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Cary Grant


Acordei estremunhada depois de adormecer algum tempo no sofá, embrulhadinha na manta. Mesmo a tempo de rever An affair to remember (1957), com Cary Grant e Deborah Kerr.
Deitei-me apaixonada por ele.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Expiação

O JM recomendou e eu fui ver.

A primeira parte do filme é esplendorosa, com a fotografia adequada, de uma luminosidade fora de série (a lembrar-me A minha família e outras animais , que revi há pouco tempo na RTP2). A revelação do amor deixou-me enternecida, a querer mais filme. Sabia que não podia continuar naquela perfeição, mas agora gostava de ter saído da sala depois da tragédia fingida de Lola e da teimosia da acusação da irmã de Cee. O filme perdeu ritmo. Só voltou a recuperá-lo no confronto de Briony com Robbie, o acusado, cinco anos depois da mentira. Mas já não serviu para grande coisa.
O final com o monólogo de Vanessa Redgrave lembrou-me o Titanic... e isso não foi lá muito bom. Para compensar hoje vou ao teatro.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Out of Africa (Sydney Pollack, 1985)

Foi um belo pretexto para reler a lista dos Academy Award for Best Picture!
O óscar para o melhor filme foi, em 1986, para África Minha. Um filme a rever, uma vez que até já consegui esquecer que o Concerto para Clarinete em Lá maior, última composição de Mozart, faz parte da banda sonora composta por John Barry (foi mais um dos sete óscares do filme, a de Melhor Banda Sonora Original).




Piratinho, conseguiu roubar-me o que tenho de mais precioso neste momento! Mas pode piratear quando quiser. Só não lhe prometo moedas de ouro!!!

sábado, 29 de dezembro de 2007

Death proof

Cinco manas, três sofás, cão e gato lá pelo meio, entre braços e pernas, pipocas e rabanadas... não acabámos à pancada também porque, enfim, jé era tardito. Ainda olhei para o lado, mas a Micas tirou-me as ideias.

Os filmes deste homem sabem-me sempre a pouco. Acho que vou rever os diálogos logo que possa. Tarantino, volta em 2008, sempre!